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Outubro Rosa

Entra ano, sai ano, no mês de outubro a mídia sempre fala sobre a importância do autoexame para a detecção precoce do câncer de mama. 11/10/2016
imagem noticia Acontece que nem sempre a gente acha importante ou pensa que é muito jovem e certas coisas nunca vão acontecer com a gente, certo? Errado! A incidência de câncer de mama cresce a cada ano e quanto mais cedo a mulher perceber e procurar ajuda especializada, melhor. Segundo a médica epidemiologista Liz Almeida, do Instituto Nacional do Câncer, são 58 mil novos casos por ano.
Uma pesquisa divulgada recentemente revelou que mais de 65% das mulheres foram as responsáveis por perceber alterações posteriormente diagnosticadas como câncer de mama. Ao fazer o autoexame, elas perceberam que algo estava errado e correram para o médico. Na fase inicial ou intermediária, as chances de sobrevida são maiores.
O Núcleo de Pesquisa Epidemiológica da Divisão de Pesquisa Populacional do Instituto Nacional do Câncer (INCA) foi responsável pelo estudo, feito a partir de dados das próprias pacientes, na cidade do Rio de Janeiro. Foram ouvidas 405 moradoras da cidade, mulheres que procuraram pela primeira vez atendimento devido a um câncer de mama. O estudo aconteceu entre junho de 2013 e outubro de 2014.
Olha só o que foi descoberto:
  • 66,2% dos casos em tratamento foram identificados pelas próprias mulheres, que notaram alteração em suas mamas;
  • 30,1% das mulheres identificaram a doença ao fazer a mamografia de rotina;
  • 3,7% tiveram seu caso identificado por um profissional da saúde;
Um outro estudo investigou a sobrevida das pacientes de câncer de mama do Instituto, considerando o estágio (etapa de desenvolvimento) da doença no momento do diagnóstico. Essa segunda pesquisa foi realizada com a base de dados do Registro Hospitalar de Câncer do HC III, unidade do INCA especializada no tratamento do câncer de mama.
Foram considerados os casos de 12.847 pacientes matriculadas de 2000 a 2009 e residentes na cidade do Rio de Janeiro. Os pesquisadores mensuraram os percentuais de pacientes que permaneceram vivas (sobrevida) até cinco anos após o diagnóstico.
Confira os resultados:
Estágio 1 (inicial): 88,3%
Estágio 2: 78,5%
Estágio 3: 43%
Estágio IV: 7,9%

Agora você está convencida da importância de fazer o autoexame, não é? 

Fonte:  Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva
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